Ball Unter dem Thron

Esta é uma transiente ilusão.
Um evento concebido em um transitório momento, quando a presciência jazia desaparecido, e um novo mundo se encontrava à beira de emanação.
No centro do onipotente Trono — onde, em breve toda a criação seria pintada novamente — Rea experimentava de um sonho que poderia ser considerado impossível.

Reinhard: “A vitória pertence a vós.”

Seu gentil olhar subjugado olhava amigavelmente para àquela abaixo dele. Momentos atrás, ela ainda estava no embraço de Ren, por isto a repentina aparição de outro homem a deixou confusa.

“É mesmo um mistério, não concorda? Mas não há do que ter medo. Fora ninguém mais além mim quem preparou este momento de descanso para nós. Eu não sou nada mais do que um efêmero sonho suportado pelo poder dele, neste que será meu último encontro com vós.”

Neste singular momento, onde o fluxo do tempo congelou, tudo é como uma tela a ser pintada.
Mesmo Rea era capaz de distinguir que aquele poder não pertencia ao Ouro.
Pois ele era a personificação da destruição, enquanto a Serpente, o retorno. Nenhum dos dois seria capaz de dar luz a este momento; ela haviam alcançado o Trono.

“Resíduos…… Estes são os vestígios que restaram de sua ânsia. Nós não chegamos a receber uma permissão, mas acredito que ele não se importará. Esta é a última oportunidade para discutir com a sucessora de Issack — em outras palavras, minha descendência. Ele guarda um ressentimento deselegante ao ponto de interromper até mesmo uma despedida familiar romântica. Você é uma criança admirável, Theresia. Permita-me demonstrar meu respeito e gratidão por sua coragem. Eu me realizei, e admiti minha derrota. Dizer que estou deixando este mundo sem nenhum arrependimento seria uma mentira, mas não há dúvidas de que você me salvou.”

Rea estava completamente distraída, sendo conduzida pelo Ouro naquela baile surreal.
Era um castelo, mas não era possível chamá-lo de Inferno ou Gladsheim. A orquestra que acariciava seus ouvidos não era mais a ária de Dies Irae, cantada pela Legião de Mortos de Reinhard.

“Este é o ponto final do meu caminho…Para uma mera delusão infantil, eu diria que chegou ao esplendor. Você não concorda?”

A Deusa congelou este momento no tempo no mesmo instante em que ela abraçou o mundo para reconstruí-lo. Este é o motivo para todos estarem aqui agora.

Rea: “O Yusa-kun, a Ayase-san…”

Ela não podia vê-los, mas eles estavam lá. Rea era capaz de senti-los.

Reinhard: “Minhas presas, minha juba…”

Tudo, absolutamente tudo, havia sido condensado naquele único ponto.
No primor deste eterno momento que ele tanto benqueria.

Reinhard: “Nós devemos retornar à nossa realidade. Vós deves viver na sua realidade, Theresia. Eu não poderia ir antes de dizer isto. E acredito que ele deseja o mesmo.”

Rea: “Fala de Carl Kraft…?”

Reinhard: “Quem sabe.”

O Ouro gesticulou com a cabeça, exibindo um sorriso amargo.

Reinhard: “Ele deve estar aqui, entretanto não podemos vê-lo. Eu já não posso mais existir no mesmo plano que ele. Sem a presciência, Reinhard Heydrich já não é mais a Besta.”

Igualdade. Homogeneidade. Dois lados opostos de um espelho espelho de duas faces. Em outras palavras, o fim da Serpente iria tomar o Ouro de sua luz ilusória. Seu olhar, agora fixado na realidade, não não mais era capaz de reproduzir um sombra indescritível.
Por isto, naturalmente, o mesmo se aplicava para Rea.
Ele – a existência projetada por Carl Craft – poderia muito bem estar parada próximo deles.
Mas não era possível vê-lo, não era possível ouvi-lo. Tudo pertencia ao mundo precedente deveria retornar ao passado……

Rea: “Deixe-me ouvir tudo, Lorde Heydrich.”

Rea desejava saber a história que culminou neste momento.
Como poderia ser este, o momento que ela desejava, aquilo que ele ansiava? Como tudo terminará no embraço da Deusa?

“Eu posso acabar esquecendo. Pode ser que não tenha significado algum, mas quero poder gravar isto na minha alma. Por favor, conte sobre nossa escolha…e sobre sua derrota.”

Reinhard: “Claro, não me importo.”

Diante daquele pedido, ele concordou serenamente à afirmação de sua derrota. Rea não sabia nada sobre a destruição e a transcendência, nem sobre a amizade entre o Ouro e o Mercúrio, ou a disputa entre a Besta e a serpente.
Se ela desejava viver junto à seu amado, ela precisaria distanciar-se da amizade dos dois pilares carnívoros.
Caso contrário, ele nunca mais retornaria.
Sua vitória em um mundo sem ele não detinha de significado.
E portanto, eles escolheram depender de uma força exterior.
Para que eles vencessem a aposta, Rea pensou que estava em seu direto querer sobre a verdade por trás de tudo.

Reinhard: “Aquela foi a maior e mais absurda ópera de nossas vidas.”

E é claro, naturalmente, Reinhard sabia que o dever dos derrotados era confessar tudo.

“Carl detém de um poder que até mesmo eu desconheço, e ao mesmo tempo, ele só poderia ser superado por sua própria tolice…”

Ele começou com um tom de felicidade em sua voz……

Mercurius: “Nem mesmo eu possuía o poder para pará-lo Marguerite.”

A Serpente falou sobre sua prévia batalha com um sorriso amargo, assim como era de se esperar.

Mercurius: “Para ser perfeitamente cândido, eu tinha um sentimento ominoso sobre isto desde seu estágio inicial. Por volta do momento em que você assumiu o corpo dele e subiu ao palco.”

Marie: “Quando eu assumi o corpo do Ren e lutei contra os três?”

Mercurius: “Sim. Parecia que o ator principal estava para deixar o palco, e isto não seria nada bom. Eu preciso dele para confrontar sua Hegemonia com a do meu bom amigo. No fim, acabei por perder a paciência e terminei interferindo, mesmo não sendo desta forma que eu costumo atuar.”

Marie: “Foi porque a Senpai rezou para que Deus a ajudasse?”
“Por que você disse que faria qualquer coisa.”

Antes que percebesse, ele se encontrou desviando-se de seu papel como espectador. Em retrospecto, aparentava que aquele momento era o que havia dado início a tudo.

Mercurius: “Uma vez que eu tenha dado o primeiro passo, resulta em uma avalanche. Eu cometi um movimento errado após o outro. …Aah, qual era mesmo o nome dele,”

Marie: “Shirou?”

Mercurius: “Tê-lo usado demonstrou-se um erro fatal. A visão de meu substituto e sua apoptose confrontando-se, deixou-me completamente fascinado. Fora um pungente exibição da certeza, prenunciando o que estava por vir. O que eu segui logo após foi nada mais foi uma inevitável necessidade.”

O Momento Final da PeçaActa est Fabula …A desintegração de um mundo encharcado pela presciência.

Mercurius: “É bem como você disse, Marguerite. Eu perdi, e você permaneceu como única vencedora. Tudo o que posso fazer é ajoelhar-me perante você.”

Marie: “Considerando tudo isso, é um pouco desconfortável não ver você demonstrando nenhum ressentimento.”

Mercurius: “Mas foi uma derrota que me satisfez. Como eu poderia não estar sorrindo?”

Marie suspirou, exasperada, diante daquela resposta faceto.
Ela já havia há muito tempo desistido de fazer algo contra aquele homem de infinito potencial de depravação. Há meros momentos atrás ele estava chorando, e agora diz isto. Considerando que provavelmente este seria o último encontro deles, Marie desejava que ambos se despedissem com um sorriso.

Marie: “Você deveria agradecer ao Ren.”

Mercurius: “Ah… sim, porém ele é mesmo um incomodo. Mesmo agora, ele falhou em exibir sua forma. Possivelmente devemos assumir como sua maneira de reiterar que seus desejos nada tem com o “Trono”.”

Marie: “Deve ser porque ele iria querer te socar assim que ti visse, não?”

Mercurius: “Parte pode ser isto, se é o que você acredita.”

Ele acreditava no novo mundo da Deusa mais o que ninguém, e consequentemente se recusaria a aparecer neste lugar. Os resíduos de sua ânsia que formam este espaço, eram o suficiente para provar sua existência — tal como, ele desejava confiar o papel principal à Deusa até o último instante.

Mercurius: “Eu certamente não tenho o desejo de julgar ninguém, mas ele realmente possui a propensão a se manter isolado dos outros. Espero que você não se importa que eu faça alguns comentários e o amaldiçoe, como é de costume de maus perdedores, certo?”

Marie: “Sim, eu o perdoo.”

Marie possuía o mesmos sentimento que a Serpente, e por isso não havia que pudesse reprovar nele. Ela estava feliz em receber a absoluta confiança do jovem homem, mas não estava plenamente contente que isto existia pelo fato de que isto existia por outra mulher.
Ainda assim, ela tinha uma absoluta e inabalável confiança nesta conclusão.

Rea: “Vocês acabariam se matando caso lutassem. Ele sabia isso desde o início.”

Reinhard: “Por que eu e Carl temos esta relação de rivalidade — a antítese um do outro.”

O Ouro afirmou que ambos que pereceriam, deveriam então se confrontar.
A legião do mundo da presciência era grande demais, contendo todas as almas mortais desde o dia da criação……Propriamente falando, mesmo o exército do Ouro iria falhar em superá-la.

Rea: “Você o derrotou porque ele desejava por isso?”

Reinhard: “Afirmativo, Theresia. No momento em que aquela batalha teve início, Carl estava complacente com o instinto da autodestruição. Se ele estava ou não consciente disto, eu já não posso afirmar. Mas este era o significado de nosso confronto, bem como a razão pelo qual meu poder foi páreo para ele.”

Rea: “E assim — sua apoptose — o destruiu no processo.”

Mercurius: “Uma rivalização entre nós só poderia dar luz à tal conclusão, de fato. E nós fomos incapazes de percebermos isto até o fim. Uma vil brincadeira, não concorda, Marguerite?”

Marie: “É por causa de sua natureza que você anseia em culpá-lo?”

Mercurius: “A alegria de tê-la encontrado, a qual eu havia desejado não conhecer até o momento em que deparei-me com você.”

Ele não toleraria a dilapidação de um único fragmento de presciência que ele genuinamente engraçava.
E por isto ele continuou sua dança, conduzindo sua Deusa a cada passo, lentamente, enquanto falava.

Mercurius: “Conhecer o futuro antes de sua chegada teria arruinado tudo. Graças a isto, ter repetido o mesmo erro incontáveis vezes não traz a mim nenhum arrependimento. Permita-me mais uma vez agradecê-la, Marguerite.”

De forma reverente e cortês, a Serpente diminuiu o tom de sua voz.

Reinhard: “Isto a ajudou a compreender as coisas, Theresia?”

O Ouro finalizou sua explicação com uma pitada de auto-escárnio.

Marie: “Então…”

Rea: “Nesse caso…”

Tanto Marie quanto Rea sentiram-se compelidas a colocar em palavras a questão que haviam brotado em suas mentes. Uma hipótese sem significado, mas que ainda assim, elas desejavam confrontar os dois pilares, mesmo após suas derrotas.

Marie: “Então, se o único resultado possível caso vocês tivessem se confrontado seria a ruína de ambos….”

Rea: “Eu compreendo isto, mas se seu oponente tivesse sido outra pessoa.”

Uma cenário hipotético. Não é como se Marie tivesse insatisfeita com aquele conclusão, mas não obstante desejava resolver o enigma que a conversa deles havia brotado em seu coração.
Rea desejava saber se poderia haver uma conclusão alternativa para os amigos que ela perderá.
Se a Távola Redonda Obsidiana tivesse rivalizado entre si……… Se a história tivesse seguido por outro caminho, ou seja……

Marie: “Se o Ren…”

Rea: “Se o Fujii-kun…”

O que teria acontecido se ele tivesse lutado?

Marie: “Ele teria derrotado você, Cagliostro?”

Rea: “Ele teria derrotado você, Lorde Heidrich?”

Ao mesmo tempo, o Ouro e o Mercúrio silenciaram-se. Ambos estavam distantes da mesma questão…e após um breve instante, ao mesmo tempo, mais uma vez, eles disseram suas respostas.

Reinhard: e Mercurius: “Eu não perderia.”

Suas palavras ressoaram com total convicção. O típico caso de homens e seus orgulhos em admitir suas inferioridades na frente de uma mulher que eles gostam.

Marie: “Fufu, fufufufufu……”

Marie não conseguiu evitar de rir suavemente.

Rea: “Você parece bem confiante, não é mesmo?”

Rea deu de ombros, exasperada.

Marie: “Parece que ter seu traseiro chutado com tudo ao menos uma vez pode ser algo bom para você.”

Mercurius: “Por acaso estaria sugerido que eu deveria repetir minha vida mais uma vez? Por favor, poupe-me disto para que meu desejo de encontrá-la novamente não cresça desenfreadamente.”

Rea: “Meu marido é bem durão. Ele não se importa com relações sanguíneas.”

Reinhard: “Está toda confiante agora que Isaak os reconheceu? Risível. Eu não sou tão leniente assim.”

Se a pessoa em questão tivesse ouvido aquilo, ele iria ficar batendo o pé, indignado. Mas para Maria, não era nada mais do que uma insignificante alfinetada no homem que escolheu por outra, enquanto Rea meramente desejava se vangloriar. Os dois pilares responderam com dignidade, permanecendo orgulhosas de suas respostas.

Marie: “Não importa o que você diga, mas para mim o Ren venceria.”

Rea: “Se o Fuji-kun tivesse lutado, ele teria transformado você em uma estrela.”

Mercurius: “Ora, ora…”

Reinhard: “Eu adoraria poder ver isto.”

Seus sorrisos não refletiam más intenções.
Afinal, era uma hipótese sem sentido, a qual nunca seria permitido receber um significado. As garotas recusavam-se a reconhecer aquela conclusão como realidade, pois seria o mesmo que trai-lo. Tanto Marie quanto rea entendiam isto melhor do que ninguém. E ao mesmo tempo, elas não acreditavam que suas suposições estivessem erradas.
Naturalmente, nem Reinhard ou Mercurius fizeram algo para provar o contrário. Eles foram derrotados e retornariam ao local de seus exílios do “Trono”.

Mercurius: “Marguerite.”

Reinhard: “Theresia.”

Os dois pilares, percebendo que seus finais estavam próximos, decidiram fazer uma última questão às garotas – sobre o homem que permanecia gravado, para sempre, no coração de ambas.

Mercurius: “O que pretendia fazer com aquele simplório pertinente?”

Reinhard: “Vós pode não saber, mas ele possui duas realidades.”

O jovem chamado Fujii Ren existe na realidade, mas é fato que sua existência depende de seu papelpulso……Ele era um fantasma que não deveria existir e a cruz que constitui sua alma veio de outra realidade.

Mercurius: “Você meramente o abraçou, prometendo retorná-lo à sua realidade. Neste caso, meu substituto, Fujii Ren,Zharatustra não mais deve existir.”

Reinhard: “Vocês viveram em eras diferente — Quanto mais sincera é a Deusa em garantir seu desejo — mais deformada se torna sua posição designada por Carl.”

Mercurius: “Ele não pode permanecer com o Zonnenkind.”

Reinhard: “Você certamente nunca mais o verá.”

Os dois pilares falaram sem qualquer malícia em suas palavras — elas carregavam consigo apenas a mais solene verdade.

Mercurius: “Se você realmente o ama, eu não posso culpá-la por sua escolha. Há pouco significado em oferecê-lo à outra mulher se ele não pode ser seu.”

Reinhard: “A inveja das deusas, seus desejos em monopolizar tudo para si….desde os tempos anciãs algemaram muitos heróis. Este seria um resultado um tanto quando impossível, algo dificilmente imaginável, mas que você acha, Theresia.”

Marie: “…………”

Rea: “…………”

Mercurius: “Então?”

Reinhard: “Eu gostaria de ouvir sua resposta.”

E diante daquela questão, Marie e Rea…

Marie e Rea: “Eu acredito nele.”

De forma direta, elas deram suas respostas.

Marie: “Um mundo com apenas uma realidade significa um lugar onde você jamais poderá escapar – não é este o seu universo, Cagliostro?”

Rea: “O “Reinado” de Carl Kraft chegou ao fim. Por isso, agora, nossas possibilidades são infinitas.”

Marie: “Eu não posso ignorar a verdadeira realidade do Ren. Bem, você está certo quanto a isso, e eu mesma compreendo.”

Rea: “Eu posso não conhecer a realidade de onde o Fujii Kun veio, mas nós continuaremos em frente mesmo depois do fim. Não iremos mais repetir a mesma coisa, nem eu, nem ele, nunca mais……”

Marie: “E eu acredito que todos se encontrarão em breve. O Ren, a Kasumi, o Shirou, a Senpai……E assim chegará a hora em todos poderemos ficar juntos.”

Rea: “Tenho certeza que este dia virá. Eu acredito.”

Marie: “O que eu posso fazer é acreditar.”

Marie e Rea: “Por isso——”

Ao mesmo tempo, Rea e Mari proferiram.

Marie e Rea: “Não há nada a temer.”

Elas fizeram suas afirmações, de forma clara e vigorosa. Os dois pilares, constando de suas resoluções, concordaram, gesticulando suas cabeças.
Da forma mais admirável. Ambos foram derrotadas.

Mercurius: “Entendo.”

Reinhard: “Se esta fé não lhe faltar, então.”

O “Trono” da Deusa inda é imaturo, assim como o choro de um bebê ao nascer – tal escala de manipulação da casualidade poderia não ter sido uma tarefa tão trivial. Não havia garantias de que seria capaz de alinhar o jovem homem no eixo correto do tempo no vindouro ciclo do reencarnação.
Ele poderia acabar sendo separado em dez ou cem anos – talvez até mesmo gerações. A Serpente pensou em silêncio, ponderando como ele poderia servir de ajuda à sua formosa Deusa.

Embora ele não pudesse interferir na casualidade de seu substituto. Fazer qualquer coisa neste momento seria um insulto à vitória delas.
Visto isso, ele precisava fazer aquilo no qual mais sabia fazer – manipular outras forças. Poderia acabar sendo um ato vulgar, que ainda assim, ele sentia-se na obrigação de tomar, por seu ardente coração que deseja ser útil a sua linda Deusa.
Ele interviria por um único momento longo antes de seu desaparecimento, para que assim ela não notasse nada.

Mercurius: “Ei, o que você pensa, Heydrich?”

Ele se dirigiu ao seu amigo, embora fosse incapaz de vê-lo ou ouvi-lo.
Previsto que seu amigo concordará com sua posição, Mercurius proferiu que ele fizesse as honras.

Reinhard: “Sim, não tenho objeções, Carl.”

Ele proferiu solilóquio, instigando confusão no olhar da garota.
Ele também estava pensando sobre isto enquanto ouvia a garota pronunciar sua resolução. Se ele detivesse de seus poderes, não iria se importar em ajudar.

Marie: “O que…”

Rea: “…você está falando?”

Mercurius: “Não é nada.”

Reinhard: “Algo trivial.”

Ambos olharam para suas garotas confusas, e ajoelharam-se perante elas na altura de seus corações. No eterno desvanecer daquele baile eterno, os dois pilares aceitaram o final de seus efêmeros momentos.

Anúncios